9.2.15

Capítulo 50

Para dirigir era necessário foco e atenção, porém a mente de Joe era apenas preocupação. Demi estava ao seu lado tão preocupada quanto ele. Por Deus! Isso porque ela estava grávida e naquele momento Joe não conseguia pensar em mais nada além de Daniel e o seu bebê. Ele pedia a todo momento para que Demi ficasse calma, mas ela só sabia choramingar e pedir que ele fosse o mais rápido possível para escola porque ela queria muito saber como Dan estava. E Joe o fez. Tentou se concentrar em dirigir e segurar a mão dela morrendo de medo de acontecer alguma coisa com o bebê, mas acabou que ele entregou nas mãos de Deus a saúde da sua esposa e do seu pequenino bebê ainda na barriga da mãe.

   - Ei, por favor, não fique nervosa, você está grávida. - Disse assim que estacionou o carro na primeira vaga livre que encontrou. - Demi, prometa-me que você não vai ficar nervosa. - Os dedos dele enlaçaram os dela, e ela, sem saída, assentiu respirando fundo sabendo que ele tinha razão. Não poderia se estressar, o seu bebezinho ainda era muito frágil e precisava dela mais do que tudo naquele mundo.

   - Desculpe-me. Eu só estou preocupada com o nosso filho. - Disse respirando fundo. - Eu vou tentar ficar calma. - Demi sentiu os lábios serem roçados pelos dele e em questão de segundos Joe abria a porta do carro e lhe estendia a mão. Ele também estava preocupado com Dan, mas percebia-se que ele também estava preocupado com ela e com o bebê. Ora, não era para menos. Um mês atrás ela estava saindo de um coma.

   - Vai ficar tudo bem, confia em mim. - Joe forçou um pequeno sorriso e a abraçou de lado para que eles caminhassem juntos e pelo jeito que Demi enterrou a mão na cintura dele, ela realmente estava preocupada e com muito medo. - Respira fundo meu anjo. - Disse carinhosamente dando um selinho nos lábios dela antes que eles finalmente adentrassem a escola. Alguns passos e eles o fizeram. Ele passou o braço por trás do pescoço e enlaçou os dedos aos trêmulos dela. Era a única forma que ele via de passar segurança para ela. As paredes branquíssimas eram enfeitadas por quadros de vanguardas europeias, as portas pesadas e que chegavam a brilhar davam ao lugar uma elegância exuberante. E foi na segunda porta do corredor, daquela sala que eles tanto conheciam, que Joe deu leves batidas anunciando a sua chegada antes de abrir a porta e deparar-se com a sala bem arrumada. O gemido de Demi lhe machucou o coração assim que ela repousou os olhos sobre o garoto que os olhava com os olhos verdes brilhando de pura culpa.

   - Daniel. - Demi murmurou o nome do garoto e o mesmo levantou-se com um pouco de dificuldade e mancando, caminhou até ela e a abraçou. Joe observou atentamente a sala um pouco corado pelo olhar exigente da senhora Truscott. Aquela mulher lhe dava arrepios! A presença de mais três adolescentes o deixou intrigado. O que tinha acontecido? Jeniffer estava sentada ao lado da cadeira onde Dan estava e ao lado dela havia dois rapazes. Um deles cabisbaixo e o outro analisava Demi minuciosamente, por Deus! Joe não gostou nada do olhar daquele rapaz. - Daniel, o que aconteceu? - Demi perguntou repousando as mãos no rosto dele o olhando fixamente nos olhos. Os cabelos lisos e escuros estavam penteados de lado num penteado meio bagunçado que o deixava tão fofo. A barba estava bem feita e baixa, e bem, um pouco acima da sobrancelha esquerda havia um curativo. Demi o tocou levemente e Dan gemeu franzindo o cenho, mas foi ai que doeu mais ainda.

   - Mãe.. - Dan a olhou daquele jeito protetor e Demi apenas sustentou o olhar do garoto esperando por uma resposta.

   - Senhor e senhora Jonas, por favor, sentem-se. - A voz rigorosa da senhora Truscott fez com Joe quase pulasse para trás de tão intimidado que estava. E mesmo incomodado com a forma que era olhado, Joe ajudou Demi a se sentar e deu um breve abraço no filho e o analisou para saber se estava tudo no lugar certo.

   - Eu vou te mandar para o colégio militar. - Sussurrou no ouvido de Daniel e o garoto arregalou os olhos o olhando. - Sente-se. - Disse apontando para a cadeira onde o rapaz estava e Dan se sentou enlaçando os dedos aos de Jenny sobre o olhar nada agradável da Truscott.

   - Senhorita Short, por favor, sente-se. - Demi arregalou os olhos ao olhar para porta e encontrar Alex tão apavorada quanto ela por sua filha está na diretoria. O nervoso a invadiu e ela apertou a mão de Joe sentindo um aperto no peito. Ela tinha que se controlar pelo bem do seu bebê.

   - Demi? - Sussurrou o nome dela a olhando. Oh Deus! Ela estava pálida. - Daniel, pegue, por favor, um copo com água para a sua mãe. - Pediu e o garoto assentiu, mas como Dan não estava com muitas condições de andar, Jenny levantou-se e cumprimentou a mãe com um breve abraço e foi a busca de um copo com água para Demi deixando Alex surpresa. - Respira fundo, nosso pequeno precisa que você seja forte. - Joe a beijou na testa e agradeceu Jenny pelo copo com água e praticamente obrigou Demi a beber toda.

   - Sr, Sra Jonas e Srta. Short. A nossa instituição visa o melhor para os nossos alunos. Formamos não só pessoas providas de conhecimento, formamos cidadãos educados, respeitosos, caridosos, conscientes e entre outros. - Demi assentiu e enlaçou os dedos aos de Joe deitando a cabeça no ombro dele. Porque ela não falava de vez o que tinha acontecido? - Pessoas que são capazes de vencer qualquer que seja o obstáculo da forma mais inteligente e estratégica possível, queremos que o futuro dos filhos dos senhores seja o melhor. Para isso a nossa equipe de ensino se preparou nas melhores universidades do mundo para aprender a lhe dar com os nossos jovens e prepará-los para a vida. E a estrutura da nossa instituição é completamente capacitada para o ensino dos nossos alunos. - Vendo que Demi estava prestes a cochilar com a cabeça deitada em seu ombro, Joe apertou a mão dela antes que acontecesse. Não seria nada interessante levar uma bronca daquela mulher.

   - Tudo bem. É uma das melhores escolas do país. - Disse Demi para a surpresa de todos. - Mas a senhora poderia falar o porquê de estarmos aqui? - Joe arregalou os olhos com o olhar mortal da Truscott sobre Demi, mas ela nem sequer se abalou, apenas esboçou um pequeno sorriso angelical.

   - Sra. Jonas, se a senhora esperasse por mais alguns minutos, eu chegaria onde queria, mas como a senhora insiste em apressar a nossa reunião. - Demi assentiu timidamente, mas internamente estava pulando. Ora, ela estava num momento tão delicioso com Joe e de repente os telefones resolvem tocar trazendo a notícia que Daniel estava envolvido numa briga e que estava na enfermaria. Aquilo não se faz com uma mulher grávida! Quando Joe disse que o garoto estava na enfermaria o coração de Demi partiu-se em milhares de pedaços quando ela pensou no pior até porque não era a primeira vez que Daniel se envolvia com brigas, e em todas as vezes que tinha acontecido ele nunca fora para a enfermaria. - Jeniffer, Josh, Matthew e Daniel estavam no corredor trocando palavras chulas. Daniel deu início as agressões físicas. - Porque os homens brigavam tanto? Brigavam e machucavam uns aos outros. Quanta estupidez. - Sendo assim, podemos começar pelo Sr? - Daniel encolheu-se na cadeira e ao mesmo tempo gemeu ao sentir uma pontada nas costas, olhou para lado esquerdo e encontrou o olhar entristecido dos pais. Como ele iria explicar que só queria defendê-las? E que tinha perdido a paciência em meio aos absurdos que escutara.

   - Eu não queria agredir ninguém. - Disse em voz baixa e Jeniffer evitou olhar para mãe.. - Mas eu acabei perdendo o controle. - Respirando fundo, Dan olhou para os olhos da mãe e sentiu os seus marejarem e desviou o olhar do dela. - Eu estou cansado de ter que escutar barbaridades sobre a minha família e sobre o meu relacionamento. Claro que não devo generalizar, mas alguns alunos, incluindo Josh e Matthew, sempre estão espalhando boatos a respeito da minha família, principalmente sobre a minha mãe. E tudo piorou depois do acidente que a mamãe sofreu. - Murmurou cabisbaixo sentindo os dedos de Jenny enlaçados aos seus de alguma forma encorajando-o e fortalecendo-o. - Acredito que se o objetivo dessa instituição de ensino fosse trabalhar com jovens para torná-los cidadãos não só providos de conhecimento científico como também cidadãos respeitosos, caridosos, conscientes.. Josh e Matthew não faltariam com respeito a mim e a minha irmã. Nós temos sido o motivo de piada da escola. E para mim chega. Estava sendo tão difícil pensar que nós poderíamos perder a mamãe, e quando chegávamos aqui o pesadelo só piorava. Aqui era o lugar onde deveríamos aprender e nos relacionar com as pessoas que mais gostamos, mas estava, estava não, está se tornando insuportável ter que acordar todos os dias para vim para cá. Não estou certo, jamais. Eu não deveria ter partido para a agressão, mas eu parti e não me arrependo, pois o que eu escuto por esses corredores a respeito da minha família é tão cruel e doloroso quanto um soco. - Realmente não era fácil ter que escutar piadas sem graças e até mesmo ver montagens mal feitas envolvendo a sua família. Por mais que Joe e Demi sempre os aconselhavam a não escutar o que aquelas pessoas cheias de ódio tinham a dizer, era impossível não se importar e não se sentir machucado.

   - Josh. - Truscott aguardou pela fala do garoto de cabelos negros, porém Josh preferiu não se pronunciar até porque não tinha um argumento que fosse capaz de defender os seus atos. - Jeniffer. - O olhar de Jeniffer encontrou com o de Demi, e o pequeno sorriso da sogra a surpreendeu e a deixou tão corada. Aquilo era estranho.. Mas tão gostoso de sentir.

   - Apenas não acho que seja correta a forma como eles, Josh e Matthew, agiram quando nos viu. Nós estávamos a caminho do laboratório de biologia quando fomos abordados e eles começaram a ofender a família Jonas e a mim. Bem, eu não me importo com o que as pessoas falam sobre o meu relacionamento com Daniel, mas sempre há limites, e infelizmente eu perdi a paciência com as tantas barbaridades que escutei. - Por mais calma que fosse, Jeniffer havia perdido a paciência quando fora chamada de interesseira pelos garotos. Ora, ela amava Daniel e a princípio nem tinha conhecimento que aquele rapaz de olhos verdes bonitos fosse o famoso Daniel Jonas. - Assim como eu, Daniel também perdeu a paciência e partiu para a agressão, não concordo com a forma com que ele agiu, mas imagine a sua vida de pernas para o ar e todo mundo falando besteiras apenas para te provocar? - Dan fez careta, mas logo a olhou esboçando um pequeno sorriso.

   - Sr. Lancaster. - Truscott direcionou o olhar para Matthew, o garoto de cabelos loiros e que tinha uma bela marca roxa no canto da boca, como se estivesse esperando ansiosamente por a sua vez. - O senhor sabe que aqui não é permitido qualquer instrumento nocivo a saúde, como me explica o canivete? - Demi arregalou os olhos ao ver o canivete cor de prata sobre a mesa como se fosse a arma de um crime. A resposta do rapaz não veio, Matthew apenas estava cabisbaixo tão envergonhado quanto qualquer pessoa daquela sala. - Bem, como o senhor já completou a maioridade, sabe que os pais de Daniel e a Srta. Short tem o direito de denunciá-lo as autoridades por agressão. O senhor feriou Daniel e a Jeniffer com o canivete. Senhores. - Demi e Joe estavam tão pálidos quando Alex. Então Jenny e Daniel tinham sido feridos com um canivete? Oh meu Deus!

   - Por favor, Demi, não fique nervosa. - Pediu Joe preocupado. Demi havia lhe agarrado a mão com tanta força.

   - Mãe, por favor. - Daniel se levantou e caminhou até ela. - Está tudo bem, eu não me machuquei grave, nem a Jenny. Nós estamos bem. - Disse se agachando com muita dificuldade perto da cadeira e enlaçando os dedos aos dela. - Não fica nervosa, o meu irmãozinho precisa de você. - Demi respirou fundo tentando acalmar o coração. Pelo bem do seu bebê, ela conseguiu se acalmar. Precisava ser forte por ele.

   - Onde você machucou? - Perguntou tocando o rosto dele com as mãos.

   - Aqui. - Daniel apontou para a sobrancelha esquerda e depois ergueu a camisa do uniforme da escola para mostrar a mãe o corte superficial um pouco abaixo do umbigo que ia até a silhueta esquerda. Demi gemeu preocupada e olhou para Joe com os olhos marejados. Oh Deus! O seu menino estava machucado e de certa forma a culpa era dela.

   - Joseph. - Murmurou manhosa e Joe a abraçou de lado para protegê-la.

   - Sente-se. - Disse olhando para o filho. - Acredito que a punição da instituição é suficiente. Demi? Alex? - Demi cerrou os olhos ao olhar para o rapaz que tinha machucado Dan. Ninguém machucava os seus filhos! Oh! Como ela queria dar umas boas palmadas naquele garoto.

   - Qual será a punição da instituição? - Perguntou Demi sem deixar de olhar para o rapaz. Que Deus a segurasse!

   - Como estamos no final do ano letivo, a expulsão de Matthew será válida a partir do ano que vem, ele não poderá estudar na nossa instituição. O mesmo vale para Daniel pelo acumulo de advertências e suspensões. Já Jeniffer perderá a bolsa parcial e Josh ganhar suspensão. - Foi então que a discussão estourou. Demi estava indignada pela expulsão do filho da escola, pois sabia, que por mais danado que Daniel fosse, ele não fazia de propósito, só revidava como podia. - Por favor. - Disse Truscott um tanto nervosa por perder o controle da situação. - Sra. Jonas, por favor. - Disse nervosa e Demi murmurou um palavrão fazendo Joe a olhar feio.

   - Eu não concordo. Matthew não deve ser apenas punido pela instituição, ele agrediu a minha filha com um canivete! É caso de polícia e eu vou denunciá-lo. - Protestou Alex. - Jeniffer foi agredida e perderá parte da bolsa? Não me parece justo. - Demi comprimiu os lábios numa linha e olhou para Joe.. Se Alex permitisse.. ela poderia dar um jeito na situação da menina, seria uma forma de desculpar-se com Jenny por ter julgado-a mal.

   - Nós temos regras e elas devem ser seguidas. Jeniffer tem um bom histórico escolar e excelentes notas, mas ela quebrou uma regra e deverá ser punida. - O tom severo da então diretora fez com que todos se calassem. - Como o Sr. e a Sra Jonas optaram apenas pela expulsão de Matthew Lancaster, cabe a Srta. Short acionar as autoridades sobre o ocorrido. Aulas suspensas por três dias Jeniffer e Josh, Daniel e Matthew seguem o cronograma normal de aulas até o final desse ano. Passar bem. - Os múrmuros foram inevitáveis enquanto todos caminhavam para fora da sala. Joe tinha a mochila de Daniel no braço esquerdo e abraçava Demi com o direito. Ora, ele estava tão sufocado e aliviado ao mesmo tempo. Graças a Deus não teria que ver a cara da Sra. Truscott novamente, o que acontecia sempre já que Daniel sempre estava envolvido em confusões.

   - Carro Daniel, você está de castigo até o resto da sua vida! - Demi arregalou os olhos ao escutar a voz masculina e macia de Joe num tom rígido. Ele dificilmente ficava bravo com os filhos, e se Demi não se enganava.. aquela deveria ser a primeira que acontecia.

   - Deixe-me despedir de Jenny. - Disse o garoto levemente envergonhado. Demi os observou e sorriu ao ver Dan abraçar Jenny carinhosamente com tanto cuidado, logo os dois trocaram um rápido e inofensivo selinho e se olharam da forma mais apaixonada possível. Eram tão fofos! Quem diria que o seu bebê que adorava brincar com um patinho de borracha se apaixonaria tão cedo.

   - Jeniffer. - A voz de Alex fez com que Daniel se afastasse de Jenny o mais rápido possível e que os olhos de Demi arregalassem. - É melhor você terminar essa coisa que você chama de relacionamento com esse projeto de marginal. - Joe a rodeou com os braços a impedindo de partir para cima de Alex.

   - Mãe! - Disse a garota indignada. - Eu não vou terminar o meu namoro nem no seu sonho. - Disse de cara feia e Alex revirou os olhos.

   - O que você disse sua vadi.. - Joe a olhou tão feio que Demi preferiu ficar calada - Daniel! - Demi o chamou de cenho franzido fuzilando Alex. Tudo bem, Alex poderia dizer o que for a seu respeito, agora mexer com Daniel ou Elizabeth era outra conversa.

   - Vamos Jeniffer. - A mão de Alex fechou-se no braço da menina e antes que elas pudessem caminhar, Alex fez questão de olhar para Demi de cima a baixo. - Vamos, eu tenho que resolver essa encrenca que você se enfiou por causa desse... garoto. - Demi olhou para Jenny, que olhava para trás enquanto a mãe a puxava pelo braço e acenou brevemente. Agora sim ela sabia que mãe e filha não tinham nada em comum.

   - Eu disse carro Daniel! - Joe apontou na direção do estacionamento e o garoto pôs-se a caminhar cabisbaixo. Ora, tudo que ele tinha ensinado para Dan era que ele deveria ser um bom garoto sempre, que deveria respeitar a todos e cuidar de Demi e Lizzie. Tudo bem, Dan só queria proteger a mãe, sua intenção era boa, mas a forma que ele tinha agido era completamente errada. E se aquele canivete tivesse o perfurado? Iria perder a vida por conta da ignorância das pessoas?

   - Vamos esperar Elizabeth. - Murmurou Demi não gostando nada de ver Joe tão calado como ele estava. E assim foi por todo o caminho para o estacionamento. Era fim de tarde e o céu com tons de azul claro e laranja enchia os seus olhos. Era lindo demais, Demi viu-se sozinha quando finalmente pode desgrudar os olhos do céu, logo caminhou até o carro para encontrar Joe nada contente sentado no banco do motorista e Daniel estava deitado nos bancos de trás aparentemente cochilando, mas assim que ela abriu a porta do carona o garoto abriu os olhos e sorriu timidamente ao ver que era ela. - Você foi a enfermaria? - Perguntou depois de se sentar no banco.

   - Fui. - Murmurou a observando levantar a sua camisa. - Não aperta. - Choramingou quando sentiu os dedos da mãe tocarem a sua pele envolta da linha que era o leve corte.

   - Meu Deus. - Disse preocupada. E se.. Oh não, ela não pensaria no pior. - Você não deveria escutar o que as pessoas dizem ao meu respeito. - Murmurou sentindo-se culpada. Demi fitou os olhos do filho por alguns segundos e logo seu olhar encontrou o curativo acima da sobrancelha esquerda. Era tão ruim vê-lo machucado e não poder fazer nada.

   - Eles me irritam. - Sussurrou depois de um tempo fitando o teto do carro.

   - Daniel, eu trabalho numa merda de um jornal tem dezesseis anos. - Disse Joe para a surpresa de Demi e Dan. - São tantos exageros que são publicados todos os dias.  Você acha que eles se importam de escrever uma matéria que provavelmente vai acabar com a vida da vítima da vez? Ninguém se importa. Que é injusto você sabe que é. Agora não adianta querer bater na metade do mundo. Você sabe que não é verdade o que as pessoas dizem, elas só querem que você fique nervoso por pura diversão, para ganhar fama. Só vai acabar com você toda essa revolta. Eu e a sua mãe não criamos um homem que quer fazer justiça com as próprias mãos, que fica nervoso com qualquer piadinha. Nós criamos um homem que é capaz de compreender e amar, que possa fazer a diferença nessa droga de mundo. Eu não quero ter que vim nessa escola mais uma vez para escutar aquela mulher falar e falar sem se cansar. Você não é violento. - Joe abraçou o volante e depois tombou o corpo para trás respirando fundo. - E se aquele rapaz tivesse te ferido com aquele canivete? Iria valer a pena perder a vida por uma mentira? E Jenny? Ela vai perder a chance de estudar numa das melhores escolas desse país. A sua verdade basta. Você sabe que a sua mãe é uma grande mulher, que ela não é nada que esses miseráveis falam. Apenas esqueça o mundo. Não vale a pena. - Dan pensou em cada palavra que o pai disse. Ele tinha razão. Não valia a pena perder tempo e arriscar a sua vida e a vida da garota que ele tanto amava por besteira. Claro que defender a sua mãe não era besteira, mas o que as pessoas diziam a respeito dela era.

   - Você tem razão. Eu não queria que nada disso tivesse acontecido, mas foi inevitável. - Joe virou-se para olhá-lo e assentiu dando um leve tapa na testa do garoto.

   - Apronta mais uma que você vai para o colégio militar, eu não estou brincando. - Daniel forçou um pequeno sorriso e sustentou o olhar do pai até que os dois estavam rindo.

   - Joe.. - Murmurou Demi manhosa e Joe soube que ela queria alguma coisa. - Joseph.. - Tornou a murmurar o olhando com cara de cachorrinho triste.

   - O que foi? - Perguntou a olhando. Demi olhou para o lado e depois o olhou como uma criança cheia de esperanças.

   - Eu quero algodão doce. - Só agora que ele tinha reparado o carrinho de algodão doce do outro lado do estacionamento com uma fila gigantesca de adolescentes e crianças. - Cor de rosa. - Disse ansiosamente e Joe gemeu escondendo o rosto com as mãos. - Por favor. - Ronronou manhosa o tocando no braço.

   - Eu também quero. - Disse Daniel sorridente e Joe revirou os olhos.

   - Olha o tamanho dessa fila. - Choramingou olhando para Demi. Ah! Porque ela tinha que fazer aquela carinha fofa que era tão convincente?

   - Você não quer que o seu filho nasça com cara de algodão doce, quer? - Perguntou levando a mão a cintura e Daniel riu gostosamente.

   - Você vem comigo. - Disse apontando para o garoto. - Ora, você acha mesmo que eu vou ficar nessa fila enorme para comprar algodão doce com esse tanto de adolescente cheio de hormônio prestes a me atacar? - Dan revirou os olhos e gemeu quando ergueu o tronco. Ele tinha batido muito, mas também tinha recebido tantos socos..

   - Não faz isso comigo.. está doendo tanto. - Murmurou de olhos fechados. Dois contra um não tinha sido fácil, ainda mais com Matthew armado.

   - Eu só vou se o Dan for. - Joe cruzou os braços contra o peito e Demi revirou os olhos. O que ela poderia fazer? Só queria um simples algodão doce.

   - Daniel. - Murmurou manhosa cutucando o garoto. - Vai com o seu pai. - Tornou a murmurar manhosa e Dan balançou a cabeça negando. - Você não quer que o seu irmão nasça com cara de algodão doce, quer? - Demi poderia convencer todos com aquele argumento, e ela não perdia a oportunidade de usá-lo.

   - Quero. - Disse para desarmá-la e Demi cerrou os olhos. - Tudo bem, eu vou. - Disse se levantando. Ele conhecia muito bem aquele olhar para dizer não.. Demi era simplesmente a melhor e mais divertida mãe de todo o mundo, mas ela era bem brava quando queria.

   - Não demorem. - Gritou quando os dois saíram do carro. Bem, eles iriam demorar, a fila do algodão doce estava tão grande que chegara a sumir dentro da escola. Já entediada, Demi revirou os olhos ao ver que Joe tinha desligado o carro, mas ele deixara a chave no mesmo lugar. Então ela ligou o carro e abaixou os vidros. Estava um pouco quente ou eram os seus hormônios.. Demi reviveu cada toque que trocara com Joe naquela tarde antes que eles fossem para escola.. Oh Deus! Estava tão gostoso sentir os lábios dele se arrastarem por sua pele, abocarem os seus mamilos e cobrirem a sua boca.. O gemido escapou por seus lábios ao imaginar sentir o peso do corpo dele sobre o seu, a ereção dele roçando a sua entrada. Ela o queria tanto.. chegara a doer.. Quando iria acontecer? Tudo bem, não tinham nem dois dias que ela estava em casa, mas eles já tinham tentado tanto.. Pensar naquilo não mudaria nada.. Demi ignorou os seios completamente sensíveis por conta dos seus pensamentos e ligou o rádio. Ah fila estava enorme! Não havia nem sinal de Joe e Daniel. A música que tocava era tão irritante, Demi trocou de estação e Let me be myself do 3 doors down agradou-lhe os ouvidos. Não demorou muito para que ela cantarolasse o refrão de olhos fechados.

   - Sra. Jonas? - Demi arregalou os olhos e por um pouco não pulou do banco assustada. - Desculpe-me, eu não queria assustá-la. - Jenny olhou para os olhos de Demi e corou.

   - Está tudo bem, eu só estava distraída. - Deus! Os olhos de Demi brilharam ao ver o que a menina tinha em mãos. Algodão doce! O estômago gritou e Demi agradeceu aos céus por o rádio está ligado. Era melhor esperar Joe ao invés de filar o algodão de Jenny.

   - A senhora aceita? - Diga não, diga não.

   - Aceito. - Droga! Demi mordeu o lábio inferior e tirou um sutil volume do algodão doce de Jenny. Era cor de rosa! - Obrigada. - Disse depois de sentir a estrutura sensível do algodão doce abraçar a sua língua. Aquilo era maravilhoso. Chegara sentir as suas bochechas aquecerem de tanta felicidade e satisfação.

   - Eu estava na fila do algodão doce e vi a senhora sozinha no carro. - Comentou timidamente. - Pensei em passar para dizer um oi e.. hum.. pedir desculpas pelo comportamento da minha mãe. - Demi a olhou e suspirou. Era tão estranho.. Ela gostava tanto de Jenny sem mesmo conhecê-la e se sentia mal por ter agido como tinha agido.

   - Está tudo bem. - Murmurou um pouco incerta. Jenny não precisava pedir desculpas pelas as ações da mãe. - Mas você vai ter que me dar mais um pedacinho do seu algodão doce. - Encantou-lhe os olhos a risada dela e o sorriso era tão lindo.. Agora sabia o porquê de Dan ter se apaixonado por ela. - Está com pressa? - Perguntou pegando mais um pedacinho do algodão doce de Jenny. Era a oportunidade perfeita..

   - A minha mãe está conversando com a Sra. Truscott, acho que vai demorar. - Ninguém merecia a Truscott! Céus! A mulher era simplesmente insuportável!

   - Quer ficar comigo enquanto a sua mãe não vem? - Perguntou a olhando nos olhos e Jenny assentiu. - Daniel e Joe estão na fila do algodão doce. - Disse passando para os bancos de trás logo abrindo a porta para Jenny.

   - Dan quer algodão doce? Aquele menino é viciado em doces! - Disse balançando a cabeça negativamente e Demi riu aproveitando para pegar mais um pedacinho do algodão doce.

   - Na verdade eu não quero que o meu bebê nasça com cara de algodão doce, então Joe e Dan estão na fila para comprar algodão doce para mim. - Jenny riu e ofereceu mais algodão doce para Demi, talvez elas pudessem compartilhar aquele doce. - Você gosta de algodão doce? - Perguntou sem desgrudar os olhos do tufo cor de rosa.

   - Não gosto muito de doces, comprei o algodão doce só para passar o tempo. - Demi abocanhou o tufo cor de rosa distraída, mas logo seus olhos encontraram as mãos de Jenny tremendo. Céus! Jenny era sua fã! Como ela tinha esquecido aquilo?

   - Gosta de brigadeiro? - Perguntou. Talvez se elas conversassem, Jenny poderia se soltar aos poucos. Mas a menina nunca tinha comido brigadeiro! Ao menos tinha sido o que ela tinha dito. - Eu não acredito! - Disse de olhos arregalados.

   - Acho que aqui nos Estados Unidos não tem brigadeiro. - Demi arqueou as sobrancelhas e riu.

   - É difícil de encontrar, eu prefiro comprar os ingredientes e fazer em casa. - Disse roubando outro tufo do algodão doce. - Quando você vai lá em casa? Eu posso fazer para você. - O clima entre elas desabou depois que Demi dissera aquilo. Jenny estava tão corada e nervosa. Primeiro porque ela estava sentada ao lado da Demi Lovato! Ela amava aquela mulher com a sua vida! Segundo, Demi era a sua sogra.. Terceiro.. Demi tinha proibido o filho de namorá-la. Poderia ficar pior? Ah sim, sua mãe tinha chamado o seu namorado de protejo de marginal na frente de Demi, que era a sua sogra e a mulher que ela tanto admirava.  - Então.. - Murmurou tão corada quanto Jenny.

   - Dem.. Sra. Jonas, eu realmente gostaria que você me desculpasse pelo que a minha mãe disse sobre Daniel.. - Ela tinha gaguejado.. mas já era um começo. Tudo estava tão confuso, mas Jenny sentia que ela tinha que tentar consertar as coisas para o seu bem e para o bem da sua relação com Daniel. - Eu.. Eu.. eu sei o que aconteceu com a senhora e a minha mãe no passado. - Disse olhando rapidamente para Demi. - Ela não é uma má pessoa.. Acho que ela não gosta muito da senhora, mas eu gosto tanto. A senhora não faz ideia de como eu gosto da senhora.. De como eu gosto do Dan, da Lizzie e até do Sr. Jonas. - Demi sorriu a observando. Era tão tímida e corajosa. - Quando eu conheci Daniel, eu não fazia ideia de que nós acabaríamos juntos.. Eu o amo e queria que a senhora soubesse que ao contrário da minha mãe, eu jamais faria mal a você ou ao Dan.. Eu não estou interessada em nenhum bem material como Josh disse.. Eu apenas gosto muito do Dan e quero que ele seja feliz como ele me faz feliz. - O sorriso não saiu dos lábios de Demi e o seu coração aqueceu-se quando Jenny disse que queria que Dan fosse feliz. Era o suficiente para que ela soubesse que não existia garota nenhuma no mundo capaz de amar Daniel como Jenny o amava.

   - Acho que eu também devo pedir desculpas. - Disse quebrando o silêncio. - Um dia você vai ser mãe e espero que possa entender como eu me senti. - Demi sorriu involuntariamente e acariciou a própria barriga. - Elizabeth sempre foi mais independente que Daniel, nós somos tão amigas e companheiras. Já Daniel, desde que ele era um bebê, ele sempre foi tão colado a mim, mais que Beth. E nós nos protegemos. - Disse ao se lembrar das tantas confusões que Dan entrara para lhe defender assim como ela o defendia. - Quando eu te conheci, eu soube que você era a garota perfeita para o Dan, não aquela tal de Brooke. Dan estava tão feliz por ter conhecido você, e eu por ele estar feliz, mas quando eu descobri que você era filha da Alex.. - Demi fez uma breve pausa para recuperar o fôlego. - Eu e a sua mãe.. bem.. eu não sei.. acho que nós não terminamos bem a nossa amizade. - O seu último dia naquele mundo sombrio cheio de drogas e bebidas terminara com ela acertando Alex com um soco dentro de um avião, depois daquele dia, Alex sumiu e Demi nunca mais ouvira nada a respeito dela. - Eu tive medo do que a sua mãe poderia fazer com o Daniel.. Eu pensei que ela estava te usando para conseguir alguma informação, não sei, mas eu entrei em pânico. - Bem, ela não poderia falar muito.. Ainda tinha aquela questão das fotos que Alex vazara para resolver, o que ela havia dito no banheiro. - Por isso proibi Dan de te namorar. Eu realmente sinto muito por ter te julgado sem nem mesmo conhecê-la. Espero que um dia você possa me perdoar. - O silêncio entre elas reinou e Demi mordeu o lábio inferior como sempre fazia quando estava sem jeito e envergonhada.

   - Está tudo bem. - Disse Jenny para a sua surpresa.

   - Amigas? - Jenny assentiu com um sorriso de orelha a orelha e Demi a abraçou apertado. - Por favor, só Demi, eu me sinto muito velha quando alguém me chama de senhora. - O sorriso não saia do rosto de Jenny e Demi se sentiu tão feliz por saber que estava consertando as coisas como Marissa a aconselhara. Agora só faltava Joe.

   - Jenny? - A voz de Dan estava carregada de alegria, aquela era a melhor sensação que qualquer mãe poderia sentir. - O que vocês tão fazendo? - Perguntou curvando-se e gemendo por conta do leve corte na barriga.

   - Conversando. - Disse Jenny e Demi ao mesmo tempo. - Onde está o meu algodão doce? - Daniel cerrou os olhos daquele mesmo jeito que ele fazia quando estava desconfiado e rodeou o carro para alcançar o porta-luva.

   - O papai esqueceu a carteira. - Disse procurando a carteira em meio a bagunça de papéis e.. uma calcinha? Daniel ignorou a peça cheia de ursinho que pertencia a mãe e fechou o porta-luvas um tanto corado. - Ei minha gatinha, você quer um algodão doce? - Demi corou ao ver que tinha acabado com todo o algodão doce de Jenny.

   - Huum.. não. - Disse rindo ao ver apenas o palito que estava enrolado o algodão doce. - Mas eu tenho que ir, minha mãe deve estar louca me procurando. - Dito e certo. Jenny arregalou os olhos quando o telefone vibrou no bolso. - Eu tenho que ir, foi um prazer conversar com a sen.. com você. - Demi assentiu e a abraçou novamente.

   - Não se esqueça da sua visita para comermos brigadeiro. - Disse enquanto a menina saia do carro. Só agora Demi percebeu o curativo no braço direito. 

   - Nós combinamos, até logo. - Demi jogou beijos para a menina e sorriu ao vê-la abraçar Daniel pela cintura o ajudando caminhar. Sua intuição sobre Jenny não falhara, ela era uma boa menina e amava muito Daniel. A sua rixa com Alex existia e ainda não tinha sido resolvida, mas Demi imaginara que no futuro elas teriam que se entender, caso contrário o relacionamento dos seus filhos não daria certo e como elas eram mães, jamais aceitariam os filhos infelizes.

   - Alguém ai está com desejo de algodão doce? - Foi inevitável não sorrir ao ver Joe e um belo algodão doce cor de rosa junto com ele, porém ela não queria mais algodão doce.

   - Obrigada. - Disse timidamente quando ele se sentou ao seu lado e a olhou sorrindo.

   - Acho que eu mereço um beijo. - Disse arqueando as sobrancelhas e sorrindo sugestivamente. Demi sorriu e o puxou pela gravata, acariciou-lhe o peito com a mão livre e tocou o lábio inferior dele com o dedão. - Eu já disse que você está linda hoje? - Elogiou sem saber se fitava os lindos olhos marrons ou os lábios avermelhados. Demi conseguia ser linda das roupas mais caras as mais comuns, da face maquiada a limpa, e Joe simplesmente preferia quando ela estava sem nenhuma maquiagem que lhe impedisse de admirar as sardas. As sardas a deixava tão sexy e tão menina. - Tão linda bebê. - Joe aproximou-se mais um pouco quando ela o puxou pela gravata e aproveitou para levar a mão ao joelho nu de Demi e arrastá-la para um pouco mais para cima..

   - Você também está lindo amor. - Joe sorriu com o elogio e finalmente colou os lábios aos dela lentamente com tanto carinho e amor. As línguas se acariciavam sutilmente enquanto a mão dele a apertava na coxa despertando o desejo de Demi de tê-lo no seu interior.

   - Opa. - Demi separou os lábios dos de Joe e ele tirou a mão da coxa dela no mesmo instante que ouviu a voz de Elizabeth. O mundo estava contra eles? - Hum.. Oi. - Disse a menina corada ao lado de Daniel. Diabos! Demi estava vermelha.

   - Oi. - Disse envergonhada passando para o banco do carona e Joe não perdeu a chance de dar uma bela espiada enquanto fingia que estava procurando alguma coisa no chão do carro.

   - O que foi com vocês? - Perguntou Lizzie adentrando o carro junto com Dan enquanto o pai passava para o banco do motorista.

   - Nada! - Disseram Joe e Demi juntos e Lizzie arqueou as sobrancelhas.. Nada não era o que tinha parecido quando ela os viu aos beijos.

   - Elizabeth. - Sussurrou Daniel a cutucando. Ele estava envergonhado por Lizzie.

   - Mãe, como está o bebê? - Perguntou curvando sobre o banco para acariciar a barriga de Demi.

   - Está bem meu amor. - Disse também acariciando a sua barriga.

   - Quando nós vamos saber se é uma menina ou um menino? - Joe olhou rapidamente para Demi, já estava na hora de saber.

   - Eu vou ligar para o médico ainda essa semana. - Disse olhando para a menina pelo retrovisor.

   - Por que você não liga agora? - Disse Joe quando o sinal estava vermelho. Demi mordeu o lábio inferior, bateu os dedos na tela do telefone e resolveu que ligaria para a obstetra. No terceiro toque a médica que lhe atendera ainda quando ela estava no hospital no pós-coma atendeu ao telefone e simpaticamente conversou com Demi, perguntou sobre todos e principalmente como ela estava. Demi contou sobre a clínica dos Callahan e aproveitou que elas conversaram sobre saúde para marcar a consulta. E a médica a marcou para o dia quinze de agosto. Daqui três dias. 

Continua.. Oi! Vai ter.. Dia quinze de agosto.. Hum.. Será? Bem, espero que gostem do capítulo. Acho que eu estou naqueles dias que nada flui, mas espero que gostem. Beijos e até o próximo, vou tentar escrever e postar o mais rápido possível.. Obrigada pelos comentários! Abraço. 

10 comentários:

  1. Eu ameiii, serio amei mais ainda pelo fato desse capitulo nao ter me deixado taao curiosa no final ajsbsjhs pq o outro quase tive um infarto ne ahhsjshs ta perfejto bjao

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  2. 15 de agosto! Joe's birthday !!!! Vai rolar um lelele kkkkk pista mais

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  3. Que capitulo mais perfeito ❤️
    Ainda bem que a demi fez as passes com a jenny.
    Eita...toda vez tem alguém para atrapalhar esses dois kkk...adorei !!
    Ansiosa para saber mais
    Posta logooo
    Beijos

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  4. Cara eu ja imaginava q era briga do Dan cara,ele parece ser mt esquentado quando fala da familia dele,METE A PORRADA MESMO
    Essa diretora merece uns tapas,Demi bate nela,acho q nao tinha necessidade de ter feito isso,ate pq os meninos q comecaram e ela tem q entender o lado do Dan,ninguem gosta q falem mal da familia,msm sendo mentira euen
    Tadinha da Jenny,e essa Alex? Ta merecendo outro soco kkkkk
    Scoor eu rir mt,geral ali como "tenso" ne e a Demi vai pedir algodao doce e ainda mais com essa chantagem kkkkk
    Ta perfeito eu ameei ameei ameei e sorte q a Lizzie nao tava,pq ela iria pra cima dos garotos kkkkk
    Ta perfeito,scoor a consulta,acho q é gemeos kkkkk
    Posta Logo
    Xoxo

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  5. Eu achei que a Alex e a demi iam se entender por querer denunciar os meninos por conta da jenny e do dan 😢 O capitulo ta perfeitoooooo posta logo pf

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  6. Capítulo perfeito👍👍 estou ansiosa para saber o sexo do bebê!!!!

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  7. 15 de agosto? é isso mesmo produção?!
    estou prevendo que ele vai ganhar esse ultrassom de presente *-*
    esses dois precisam se pegar logo, estou sentindo o drama! kkkkkk
    capítulo PERFEITO! bjos e posta logo.

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  8. PARA TUDO!!! vc chegou lacrando com mais um capitulo, por isso que eu nem fico chateada quando vc demora para postar pq vc sempre escreve capítulos perfeitos que valem a pena esperar 3, 4 dias, ou 1 semana ou 1 mês.
    Já quero quebrar a cara dessa diretora, que vaca, como assim ela vai expulsar o Dan? Como se devesse ficar calado depois de ouvir coisas ruins sobre a familia, ele tinha que se defender pq ela querendo ou não isso é como um bullying. Sério, se eu fosse a Demi eu já tinha metido um tapa na cara dessa diretora nojenta, e ainda espalhava para a midia o quão ruim aquele colégio é, aposto que ela logo ia voltar atrás com a expulsão do Dan. Kkkkk
    tadinha da Jenny tbm, tem que aturar uma mãe maluca e vaca. A Alex ta pedindo por outro soco da Demi.
    Demi super fofa sentindo vontade de comer algodão doce, e ela comendo com a Jenny. A menina toda nervosa pq estava conversando com a idola djahdjdbdbs
    ai meu Deus!!! A ultrassom vai ser no dia do aniversário do Joe. Ninguém sai! Ah ele vai ficar tão feliz quando souber o sexo do bebê. Ele que tem que escolher o nome!
    Acho que falei demais kkkkk Beijooos Amanda ♡

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  9. Muito bom esse cap. Teve de td e mais um pouco. Eu achei.meio injusto o q essa diretora fez principalmente c a Jenny pq ela foi agredida verbalmente e fisicamente e tiraram a bolsa dela. A parte mais engra foi a do algodão doce e pelo q percebi vc qr fazer a Alex e a Demi se acertarem. Concordo com a Nina ali.em cima acho q o bebe serao gemeos. POSTA

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  10. Essa diretora é uma vaca, quem ela pensa que é pra expulsar o Dan?
    Jenny é um amorzinho, estou simplesmente apaixonada por esse capítulo.
    Esse ultrassom vai ser demais só por ser no dia do aniversário do Joseph, prevejo comemoração na cama UHEUHUE.
    Continua logo, beijos :*

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